segunda-feira, 18 de abril de 2011

Conceito e preconceito sobre a prática sexual


A inversão de valores atinge todos os campos de nossa sociedade. Hoje, as pessoas confundem conceito com pre-conceito, liberdade com libertinagem.Para muitos, quanto pior, melhor. Há quem pense que a mentalidade evangélica sobre a prática do sexo seja ingênua ou suja. Pelo contrário, a Bíblia fala do sexo de forma direta. Deus é o criador do sexo, ele é bom. Na verdade, é um dos melhores prazeres que podemos usufruir nesta vida, e a Bíblia não esconde isso. O livro bíblico de Provérbios diz: “[…] Alegre-se com a esposa da sua juventude. Que os seios de sua esposa sempre o fartem de prazer, e sempre o embriaguem os carinhos dela” (Pv 5.18-19). A Bíblia ainda diz que marido e esposa devem satisfazerem-se sexualmente, que o corpo da mulher é de seu marido e da mesma forma o corpo do marido é de sua mulher. Que um não deve recusar-se ao outro, exceto por mútuo consentimento e apenas durante certo tempo, para que Satanás não os tente por ficarem mais vulneráveis pelo desejo durante a abstinência (1 Co 7.3-5). E isso não é tudo. Dos 66 livros que formam a Bíblia Sagrada, um deles tem uma linguagem bem erótica. Pegue uma Bíblia e leia o livro de “Cântico dos cânticos” e confira como Deus não tem problemas com o sexo.
Uma pesquisa feita entre centenas de casais, constatou que os casais evangélicos desfrutam bem melhor da prática sexual do que os que não são evangélicos. Qual a razão? Será que é porque os evangélicos são preconceituosos? Não. A resposta é que, em geral o cristão se rege por conceitos morais e espirituais bíblicos, e isso oferece confiança e segurança mútua, enquanto que muitos outros, não todos, não têm conceitos saudáveis formados nessa área, vivem na libertinagem sem princípios cristãos e dizem que somos tapados porque não aceitamos a frouxidão moral que campeia em nossa sociedade. A questão é uma só: não temos preconceitos, mas não abrimos mão dos conceitos fundamentados na Palavra de Deus, na moral, na decência e na ordem. Não devemos aceitar as merecidas gratificações eróticas em nome da libertinagem.
1. A importância da virgindade. Para muitos, o “tabu” da virgindade já foi derrubado. Apenas os religiosos ultraconservadores ainda a defendem. Será que a relação sexual entre jovens pode ser equiparada a uma diversão como ir ao shopping e ao cinema? Virgindade é mais que certificado de castidade. Virgindade é mais que manter intacto o hímen que pode ser rompido por alguma outra razão que não a penetração do pênis. Virgindade fala de guardar-se sexualmente para o casamento, pois “é a única coisa que você só dá uma vez para uma única pessoa”. Se a média da iniciação sexual das meninas tem sido 15 anos, isso não significa que temos que aceitar tal prática como normal. Sexo antes do casamento é imoralidade, e Deus manda fugir da imoralidade sexual. Por causa de tudo isso, cada homem deve ter sua esposa, e cada mulher o seu próprio marido (1 Co 6.18; 7.2).
2. O sexo anal não é normal. Porque muitos homens desejam penetrar o ânus da mulher, não quer dizer que deva fazer isso. Antes de falar de dor e do cuidado com o esfíncter, deve se pensar em higiene e nas funções naturais dos órgãos de nosso corpo. Enquanto a vagina, que significa bainha, foi feita para receber o pênis, a função do ânus é expelir excrementos. A Bíblia diz: “Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza” (Rm 1.26). Nem todo desejo sexual deve ser satisfeito. Precisamos aprender a viver satisfeitos com desejos não satisfeitos.
3. O prazer não justifica os meios. A satisfação e as fantasias sexuais não podem ignorar a razão e o bom senso, sem jamais esquecer do que diz a Bíblia sobre relacionamento conjugal. Sabemos que se torna cada vez mais comum frequentar clubes de suingues, troca de casais, sexo a três, ver filmes eróticos, visitar sex shops, e a observação da relação sexual de outros casais como meio de excitação. Na visão bíblica, isso é sodomia e perversão. Está escrito: “Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não deixarei que nada me domine” (1 Co 6.12).
4. A questão da masturbação. O auto-erotismo, ou o estímulo sexual de si mesmo, é um assunto muito debatido. Há quem veja a masturbação como pecado, pois o sexo deve ser satisfeito entre homem e mulher comprometidos pelo casamento. Para outros, como o Dr. Charlie Shedd, a masturbação é “uma dádiva de Deus”. Ele acha que a masturbação “pode ser um fator positivo no desenvolvimento total. Na adolescência, a masturbação é preferível à relação sexual. É melhor voltar para casa molhado e aborrecido, do que satisfeito e preocupado”. Um dos problemas da masturbação é que quase sempre ela é feita desejando satisfação sexual com alguém, e isso na Bíblia é chamado de adultério (Mt. 5.27-29).
Esta postagem foi motivada por uma reportagem de uma revista de circulação nacional que trata do sexo de uma forma que não concordo. Levantei essas quatro questões porque acredito que elas, entre outras, também incomodam os namorados ou pretendentes.

Quando uma pessoa é contaminada pelo vírus da aids, vários fantasmas passam por sua cabeça. Um deles, o medo de contaminar os outros.No entanto, o hiv não é um vírus que se transmite facilmente.
Doar sangue, amamentar, fazer sexo sem proteção e compartilhar agulhas e seringas com outras pessoas são atitudes de alto risco para a transmissão do hiv. Mas ações cotidianas como beber no mesmo copo, usar o mesmo banheiro, beijar, abraçar, entre outras, não oferecem o menor perigo.

Algumas das duvidas mais freqüentes:

Beijo na boca passa AIDS?
O beijo nunca foi estabelecido como forma de infecção pelo HIV. O que pode preocupar são sangramentos que a pessoa soropositiva por ventura tiver na gengiva. Feridas secas não conseguem transmitir o vírus. 

E a saliva? 
A quantidade de HIV na saliva é muito pequena e, além disso, nela existem várias enzimas que protegem a boca de uma possível contaminação. Só há perigo de contaminação pelo HIV caso as duas pessoas tenham péssima higiene oral e sangramentos constantes na boca.
Uma pessoa que tem cuidados básicos com sua boca e costuma ir ao dentista não tem como transmitir o HIV através do beijo.


Qual o risco de se contaminar no vaso sanitário? 
Essa preocupação não deve existir. É muito mais fácil se contaminar por várias outras doenças em banheiro sujo do que pelo vírus da aids.

Qual o risco no Dentista? E na acupuntura? 
Todos os procedimentos de esterilização normalmente feitos num consultório dentário ou em um médico acupunturista são suficientes para eliminar o HIV.

Qual o perigo de se praticar sexo oral com uma pessoa contaminada pelo HIV? 
No sexo oral, a pessoa ativa não transmite o HIV porque não é possível transmiti-lo através da saliva. Já quem recebe a ejaculação de uma pessoa soropositiva na boca corre o sério risco de se contaminar. A secreção que sai do pênis antes da ejaculação, por ser em pouca quantidade e conter um número menor de vírus, dificilmente é capaz de contaminar alguém.
O ideal é usar preservativo também durante o sexo oral. Caso contrário, não se estenda por muito tempo nesta prática. Use-a apenas como preliminar. Desse modo, o risco de contaminação torna-se menor.
Quando a mulher soropositiva recebe o sexo oral, a probabilidade do parceiro ser contaminado é menor, pois a secreção feminina apresenta menos quantidade de vírus do que a ejaculação masculina. No entanto, durante ou próximo ao período menstrual, deve-se evitar essa prática, pois o risco aumenta muito.
O problema maior para quem pratica o sexo oral é pegar outras doenças venéreas, como sífilis, gonorréia ou herpes. Se houver feridas no pênis, o risco de transmitir o HIV é maior. Praticar sexo oral implica correr algum risco, mas você diminui esse risco se evitar a ejaculação na boca, contato com feridas no pênis ou na vagina e contato durante ou próximo ao período menstrual.


O sangue contaminado pelo HIV entra em contato com outra pessoa. Qual o perigo nesse caso? 
É muito pouco provável que aconteça o contagio em uma situação como essa. Se a pele da pessoa que não é soropositiva estiver íntegra, ela funciona como uma barreira eficaz contra o HIV.
Mas entrar em contato com o sangue de outra pessoa nunca é bom, soropositiva ou não. A possibilidade de contrair outras doenças como hepatite, por exemplo, é muito maior. Existem diversos tipos de microrganismos presentes na corrente sanguínea que são transmissíveis pelo sangue.
As pessoas fantasiam muito com a forma de contaminação. Ninguém se contamina por encostar-se em sangue com HIV. O vírus da aids precisa entrar na corrente sanguínea para contaminar alguém. Ou seja, para haver contaminação seria necessária uma grande quantidade de sangue caindo em cima de um corte profundo.


Quanto maior a carga viral no sangue, ,maior o risco de se transmitir o HIV? 
Sim. Quem tem mais vírus pode transmiti-lo com mais facilidade. Isso não quer dizer que quem tem carga viral baixa ou indetectável não transmite o HIV, quer dizer que a probabilidade é menor.

Como Prevenir?
Reduzir ao máximo o número de parceiros sexuais. Quanto maior o número, maior a possibilidade de pegar AIDS.

A igreja recomenda a castidade antes e a fidelidade no casamento como única prevenção. Se não concordar com as exigências da moral cristã e tiver um ou mais parceiros sexuais, é mal menor usar camisinhas.

NÃO USAR DROGAS
Em caso de uso, usar seringas descartáveis

Quando receber transfusão de sangue certificar-se de que o sangue tenha sido previamente testado para detectar o vírus da AIDS.


Onde não se pega AIDS
  • Na piscina
  • No ônibus
  • No beijo social
  • Em visitas aos hospitais
  • Nos talheres
  • No sanitário
  • Na convivência social
  • Na picada de inseto
  • No assento
  • Na escola

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O desejo sexual pode ser demonstrado por um modelo hipotético, em um continuum onde o desejo, em um extremo, é praticamente nulo, correspondendo ao Transtorno de Aversão Sexual, e no outro, o Desejo Sexual Hiperativo, quando o desejo está em excesso. 
 
Desejo Sexual Hiperativo
Desejo Sexual Normal (alto ou baixo)
Desejo Sexual Hipoativo Leve
Desejo Sexual Hipoativo Grave
Aversão Sexual (Fobia Sexual)
A erotomania e a ninfomania são termos que indicam um exagero do desejo sexual por parte de um homem e de uma mulher, respectivamente.
Tais quadros são cientificamente conhecidos como Desejo Sexual Hiperativo (DSH) e manifestam-se principalmente por desregulação ou falta de controle da motivação sexual.
A pessoa espontaneamente apresenta um nível elevado de desejo e de fantasias sexuais, aumento de freqüência sexual com compulsividade ao ato, controle inadequado dos impulsos e grande sofrimento. Preocupa-se a tal ponto com seus pensamentos e sentimentos sexuais que acaba por prejudicar suas atividades diárias e relacionamentos afetivos. Em geral não apresenta disfunções sexuais (como ejaculação precoce ou impotência), funcionando relativamente bem como um todo. Engaja-se em atividade masturbatória ou no coito, mesmo sob risco de perder os seus relacionamentos amorosos (busca de alta rotatividade de parceiros) ou a própria saúde (Hepatite B e C, HIV). Quando tenta evitar e controlar o impulso para o sexo, a pessoa pode ficar tensa, ansiosa ou depressiva. A pressão para a expressão sexual retorna e a pessoa sente-se escrava de seus próprios desejos. A ansiedade pré-atividade sexual, a intensa gratificação após o orgasmo e a culpa após o ato não são raras.
Pode-se observar níveis diferentes de adição ao sexo, desde masturbação compulsiva e prostituição, a alguns comportamentos parafílicos (perversos) como exibicionismo, voyeurismo ou mesmo pedofilia (abuso sexual de crianças) e estupro.
Hoje em dia, com o maior acesso aos meios de comunicação como internet, encontramos uma nova modalidade de hipersexualidade: compulsão sexual virtual (sexo virtual), atingindo mais de 2.000.000 de pessoas que gastam de 15 a 25 horas em frente ao computador navegando em sites de sexo.
O Desejo Sexual Hiperativo é uma síndrome que pode se originar de diferentes causas. Por vezes, é visto como um problema de adição e dependência ao sexo, similar às drogadições de cocaína, álcool ou heroína. Pode ser encarado como um problema de comportamento mal adaptado, onde o ato repetitivo de busca de prazer sexual foi aprendido ao longo da vida como tranqüilizante, diminuindo sentimentos de ansiedade, medo e solidão. Também podemos compreender esse distúrbio como uma doença, com alterações anormais no balanço de substâncias neurais (neurotransmissores).
Nas teorias psicanalíticas, a hipersexualidade pode ser entendida como uma fixação nos níveis pré-edípicos do desenvolvimento sexual, na fase anal, mais especificamente, onde as ansiedades são deslocadas para comportamentos compulsivos.
O conjunto de sintomas apresentados pelo DSH pode, na verdade, representar transtornos diferentes, cada qual devendo ser tratado de forma distinta, conforme sua possível causa.
Normalmente é o psiquiatra ou o terapeuta sexual que é procurado ou indicado para esse tipo de transtorno.
As linhas de tratamento podem ser empregadas isoladas, mas tem se recorrido muito a tipos de tratamentos combinados, como o uso de medicação concomitantemente à psicoterapia cognitivo comportamental ou focal.
Os grupos de apoio tem demonstrado grande utilidade como terapia adjuvante.
Algumas drogas podem ser utilizadas nos casos em que a compulsão ao sexo é predominante, como os Inibidores da Recaptação da Serotonina.
Para aquelas pessoas que apresentam sintomas de voyeurismo ou exibicionismo, a psicoterapia de orientação analítica é a mais indicada, exigindo maior tempo de tratamento.
Em casos mais graves, onde a compulsão coloca outras pessoas também em risco (como abuso sexual ou estupro), pode-se fazer uso de algumas medicações a base de hormônios (progesterona) que inibam o desejo sexual.
Em alguns casos, a internação do paciente se faz necessária para contenção de riscos. 


A pílula do dia seguinte é considerada por médicos e cientistas como um contraceptivo de emergência, no entanto  existem muitas controvérsias e discussões polêmicas a respeito do assunto, uma vez que muitas entidades de cultura religiosa e associações em defesa da vida e contra o aborto consideram a pílula do dia seguinte como uma forma abortiva disfarçada. Essa teoria é rechaçada pelos médicos, que afirmam que a pílula do dia seguinte funciona somente se ingerida até 72 horas depois da relação sexual.
Efeitos
Efeitos

Eficácia da Pílula do Dia Seguinte

A pílula do dia seguinte é um método anticoncepção que deve ser ingerido preferencialmente antes de completar 12 horas depois da relação e até no máximo 72 horas depois da relação sexual, passado este prazo ele se torna ineficaz, ou seja, não terá mas nenhum efeito sobre uma possível gravidez. Atenção que são duas doses do remédio, a segunda dose deve ser tomada 12 horas após a primeira dose.
Resultados x Tempo
Resultados x Tempo
Para quem têm duvidas a respeito da eficiência da pílula do dia seguinte, os cientistas afirmam que sua capacidade de ação está vincula ao menor espaço de tempo entre a relação sexual e a ingestão da pilula, assim:
- até 24 horas depois da relação as chances de evitar a gravidez são de 95%;
- de 25 a 48 horas depois da relação a eficácia diminui para 85%;
- de 49 a 72 horas depois sua eficácia cai para menos de 50%.
Assim a pílula do dia seguinte não é 100% garantida, nem mesmo sendo ingerida dentro das 12 primeiras horas, nesse período de cada 100 mulheres que fazem uso do medicamento 5 engravidam. É importante ressaltar que a pílula do dia seguinte, só tem efeito posterior a relação sexual, assim como não terá efeito por exemplo para duas ou três relações sexuais, pois ela serve para prevenir a gravidez que pode ter ocorrido no dia anterior e nunca a que virá a ocorrer.
Exemplo de Pílula
Exemplo de Pílula

Quando Usar?

Discussões a parte, o fato é que a pílula do dia seguinte é um eficiente contraceptivo, que deve ser tomado somente em casos específicos e esporádicos, quando não foi usado nenhum outro metido contraceptivo ou mesmo quando por acidente a camisinha estourou, ela não deve, sob hipótese nenhuma, substituir os métodos contraceptivos regulares e de rotina. A eficácia da pílula do dia seguinte é maior quanto mais rapidamente for tomada depois da relação, e proporcionalmente menor quanto mais tempo se passar e quanto mais comum for seu uso. Em mulheres bonitas que usam a pílula do dia seguinte até 24 horas depois da relação em fazem uso do método esporadicamente sua eficácia chega a se de 95%.
Mestruação
Mestruação
A pílula do dia seguinte é um anticontraceptivo de emergência e só deve ser utilizado por mulheres que tiveram algum acidente, furaram a camisinha, ou estavam desprotegidas naquele dia e em período fértil, ela NÃO deve ser utilizada regularmente a cada situação, pois cada comprimido tem o efeito hormonal de 10 comprimidos anticoncepcionais em média, ou seja, é uma bomba de hormônios no organismo da mulher que pode, com certeza apresentar efeitos colaterais posteriores, assim ela foi desenvolvida como uma medida de emergência.

Efeitos Colaterais da Pílula do Dia Seguinte

Os médicos quando receitam a pílula para suas pacientes avisam que um dos efeitos colaterais comuns e imediatos é o vomito e a diarréia, e no caso de se manifestarem esses sintomas na primeira meia hora depois da ingestão da pílula ela deve ser tomada novamente. Outros efeitos colaterais normais são alteração no ciclo menstrual, dor de cabeça, náuseas e sensibilidade nos seios decorrentes da alta dose de hormônio contida nas pílulas. Quanto a alteração do ciclo menstrual essa deverá perdurar por diversos meses, ficando muito difícil calcular o período fértil da mulher nos meses seguintes ao uso da pílula. As pessoas que tem maior sensibilidade orgânica devem solicitar ao médico um remédio contra enjôo para ser tomado junto.
Cartelas de Comprimido
Cartelas de Comprimido

Como Saber se Deu Certo

Uma das maiores duvidas de quem usa a pílula do dia seguinte é quanto a sua eficácia no seu caso ou não, e a maioria das mulheres fica muito ansiosa até que venha a sua menstruação, no entanto não existe maneira de prever se a pílula evitou a gravidez ou não, a não ser realizando exame de sangue que devem ser realizados se após três semanas a menstrução não houver decido. Os exames de farmácia são ineficazes nesse caso porque podem ter seu resultado alterado pela grande quantidade de hormônio no organismo da mulher. Oatraso na menstrução é normal depois do uso da pílula, depende do organismo de cada pessoa, assim não existe uma forma certa de saber se a pílula teve o resultado desejado a não ser aguardar fazer o exame de sangue no prazo de 3 semanas, se necessário.
Comprimidos
Comprimidos

A Pílula é Abortiva?

Um último esclarecimento sobre a pílula do dia seguinte é com relação a polêmica questão dela ser ou não abortiva. O efeito da pílula é dificultar a passagem do espermatozóide pelo colo do útero e depois impedir sua fixação na parede do ovário, assim ele não é abortivo pois não deixa a gravidez acontecer. Isso explica o porque o método é tão mais eficaz quanto mais cedo for utilizado.

Não Deu Certo, Engravidei. E Agora?

Uma das grandes dúvidas que afligem as pessoas que usam a pílula do dia seguinte e mesmo assim a gravidez ocorre é se há algum risco para a saúde delas ou para o bebê feliz que conseguiu vir ao mundo. A resposta dos médicos é clara nesse sentido afirmando que não há nenhum registro de que algum problema já tenha acontecido ou possa a vir acontecer, o efeito da pílula do dia seguinte é somente evitar a fixação do óvulo fecundado no ovário não atuando sobre sua formação, portanto em caso de necessidade ela pode ser tomada com segurança.

Nosso Pitaco

Evitar a gravidez não planejada é um dos problemas da modernidade, mas quando abordamos este tema muitos outros vem a tona, e entre eles o principal é o sexo sem proteção e o risco das doenças sexualmente transmitidas – as temidas DST.  As relações sexuais cada vez mais precoces e descompromissadas, mais do que um problema moral, ético ou familiar, também são um problema de saúde pública, representado pelos altos índices de DSTs que podem levar seus portadores até a morte, como é o caso da AIDS, e muitas outras doenças que afetam mulheres e homens, que são transmitidas através das relações sexuais sem proteção. Por este motivo que tem se desenvolvida diversas campanhas nacionais incentivando o uso de camisinha, especialmente em épocas como o carnaval e outras festas e eventospopulares.

Pilula do Dia Seguinte
Pilula do Dia Seguinte
A conscientização através de programas educacionais nas escolas, com certeza é a melhor forma de tratar esse assunto, tornando os jovens responsáveis efetivamente pelo uso de seu corpo. A pílula do dia seguinte pode ser um método eficiente e correto para adultos depois de algum problema com a camisinha por exemplo, ou outro contratempo, mas não deve ser utilizada de forma irresponsável e sem compromisso, como solução de todos os problemas.

Reportagem do Fantástico Sobre a Pílula do Dia Seguinte